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O elevador gera emprego e renda

Escrito por Marcelo Braga para o DCI - 16/04/2019

A construção civil é chave para a retomada do crescimento da economia.

elevadores geram empregosO mercado de elevadores é o último a sentir qualquer impacto positivo.

O setor da construção civil espera com ansiedade pela aprovação das reformas e pela retomada da economia. Não é para menos. Um dos mais castigados pela recessão, esse segmento atua com menos da metade de sua capacidade de gerar renda e empregos.

Tudo indicava que, logo no início de 2019, começariam a surgir indícios positivos, suficientes para despertar a confiança.

Mas a construção civil, que já amarga mais de três anos de perdas acumuladas, sofreu mais uma queda no ano passado, de 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo cálculos – do Monitor do PIB, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Nada sugere uma recuperação consistente, como indica a Sondagem da Industria da Construção, estudo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Os índices de expectativas do setor ficaram praticamente estagnados em março. Outro sinal de alerta é o recuo da intenção de investimento por parte dos empresários do setor e do indicador ICEI – Construção da mesma entidade, que começaram 2019 em níveis bastante elevados, mas recuaram pela segunda vez consecutiva.

 

Alguns analistas já temem que o avanço da economia em 2019 fique mais próximo de 1% do que de 2%, repetindo o pífio desempenho de 2017 e 2018.

Estima-se que quase cinco mil obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), iniciado e desenvolvido nos governos do PT, estejam paralisadas, a maioria delas no Nordeste. Isso inclui desde obras de infraestrutura até as de projetos sociais.

A construção civil é chave para o crescimento, para gerar emprego e renda, especialmente para trabalhadores de menor escolaridade.

Esse cenário afeta diretamente o mercado de elevadores residenciais e comerciais. Apesar do amplo potencial, esse segmento é o último a sentir qualquer reflexo positivo. Força econômica reprimida, o segmento de elevadores é um propulsor com grande importância e pouca visibilidade para órgãos de decisão no país.

É preciso chamar atenção para essa indústria. A tendência é de a população brasileira continuar imigrando do campo para as cidades. A falta de terrenos disponíveis restringe o espaço para casas e condomínios verticais estão mudando a paisagem em municípios a partir de 200 mil habitantes. Além disso, a população está envelhecendo.

Até 2060, o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5%. Ou seja, 1 em cada 4 brasileiros será idoso, alerta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fora o enorme déficit habitacional brasileiro. Tudo isso significa maior necessidade de elevadores e escadas rolantes.

O setor depende de vontade política. Um importante projeto de lei tramita desde 2013. Determina manutenção mensal dos elevadores elétricos, esteiras e escadas rolantes nos 5,5 mil municípios brasileiros. A lei valerá para condomínios residenciais, comerciais, de serviços públicos e privados, conforme especificações das autoridades.

A mudança beneficia não somente a economia, como garante a segurança dos usuários. Acidentes fatais em elevadores e escadas rolantes são raros, mas podem e devem ser evitados. A prevenção é regra em qualquer país moderno, civilizado e democrático, como o que almejamos construir.

Marcelo Braga é empresário e presidente do Seciesp - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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